MD5
128 bits · 32 chars ⚠ inseguro para senhas— Gere 4 algoritmos de hash criptográfico simultaneamente, em tempo real. Funciona com texto e arquivos. Tudo processado no seu navegador, sem upload e sem servidor.
Arraste um arquivo aqui
ou clique para selecionar — funciona com qualquer tipo de arquivo
— — — — Essa ferramenta te ajudou?
Seu voto orienta as próximas melhorias das nossas ferramentas gratuitas.
Uma função hash criptográfica é um algoritmo determinístico que recebe qualquer quantidade de dados (texto, arquivo, vídeo) e retorna uma string de tamanho fixo — chamada digest ou checksum. A mesma entrada sempre produz o mesmo hash, mas a partir do hash não é possível recuperar a entrada.
Boas funções hash têm 4 propriedades essenciais:
O MD5 (Message Digest 5) foi criado por Ronald Rivest em 1991 e produz hashes de 128 bits (32 caracteres hexadecimais). Por mais de uma década foi o padrão em verificação de integridade e armazenamento de senhas.
Em 2004, pesquisadores chineses publicaram a primeira colisão prática. Em 2008, foi possível forjar certificados SSL usando colisão MD5. Desde então, é considerado quebrado para qualquer aplicação que dependa de resistência a colisões — como assinaturas digitais, certificados ou armazenamento de senhas.
Mas o MD5 ainda é amplamente usado para:
Para todos esses casos, colisões intencionais não são uma preocupação — o ganho de performance compensa.
A família SHA (Secure Hash Algorithm) foi criada pela NSA dos EUA. As gerações:
Hashes rápidos (MD5, SHA-1, SHA-256) foram projetados para serem rápidos. Isso é ótimo para checksums e integridade — e péssimo para senhas. Uma GPU moderna calcula 10 bilhões de SHA-256 por segundo.
Isso significa que uma senha "Senha123" hashada com SHA-256 é quebrada em milissegundos com um dicionário comum. Mesmo senhas aleatórias de 8 caracteres caem em horas.
Para senhas, use sempre algoritmos lentos projetados especificamente para essa finalidade:
Quando você baixa um arquivo grande (uma ISO do Linux, um instalador, um banco de dados de backup), o site costuma publicar o hash MD5/SHA-256 esperado ao lado do link de download. Após baixar, você calcula o hash localmente e compara.
Se bater: o arquivo chegou intacto, sem corrupção e sem adulteração no caminho. Se não bater: alguém ou algo modificou o arquivo — pode ser corrupção de rede, disco com defeito, ou ataque man-in-the-middle.
Nossa ferramenta resolve isso com a aba "Hash de arquivo": arraste o arquivo baixado, copie o SHA-256, compare com o publicado pela origem. Confirmação em segundos.
HMAC (Hash-based Message Authentication Code) combina um hash com uma chave secreta para autenticar mensagens. É como assinar uma mensagem: quem tem a chave pode gerar o HMAC; quem tem só a mensagem e o HMAC pode verificar autenticidade, mas não pode forjar uma mensagem nova.
Usado em:
Hashes também aparecem no dia a dia de quem faz web:
style.a8f5b2.css — o hash no nome força o browser a baixar a versão nova.integrity="sha384-..." em CDN garante que o JS/CSS não foi alterado.Hashes são bytes brutos. Para exibir, é preciso codificar. As duas formas comuns:
Nossa ferramenta exibe em hexadecimal (lowercase por padrão, opção pra uppercase).
A Web Crypto API é uma especificação W3C disponível em todos os navegadores modernos. Para SHA, ela chama implementações nativas otimizadas do navegador (escritas em C++), centenas de vezes mais rápidas que implementações puras em JavaScript. Para arquivos de 100 MB, a diferença é entre ~1 segundo (Web Crypto) e ~30 segundos (JS puro).
O MD5 não é oferecido pela Web Crypto API (foi excluído por questão de segurança), então usamos uma implementação JavaScript local. Para arquivos muito grandes, isso pode demorar mais — considere usar SHA-256 sempre que possível.
Tudo o que perguntam sobre MD5, SHA e funções de hash.
Falar no WhatsAppDesenvolvimento web profissional: WordPress headless, Astro, integrações com APIs, performance e SEO técnico.
Já sabe o que precisa? Peça uma proposta gratuita — resposta em até 24h úteis.